Sabias que...

30.05.11
Os gelos do Árctico podem esconder 90 milhões de barris de petróleo, e mais de 46 biliões de metros cúbicos de gás natural, diz a U.S. Geological Survey. Seria petróleo suficiente para, sozinho, satisfazer a procura mundial durante três anos. A maior parte das reservas situam-se na plataforma continental, em zonas perto da costa dos países do Árctico, em regiões de propriedade definidas, o que significa que não deverão alimentar disputas territoriais. Esse factor poderá, no entanto, acelerar muito a exploração daquelas reservas, as mais ricas das quais se situam na Rússia e no estado norte-americano do Alasca, onde a Shell já está a investir na compra de direitos de perfuração.
Debaixo dos gelos do Árctico há petróleo suficiente para satisfazer a procura mundial durante três anos. E a boa (ou má, consoante as perspectivas) notícia é que a maior parte das reservas de petróleo e de gás natural estão em zonas perto da costa dos países do Círculo Polar Árctico, e não perto do Pólo Norte, em regiões de propriedade definida, onde não deve haver disputas territoriais.
publicado por vistageologica às 19:02

Tipos de aquíferos

27.05.11

Um aquífero é uma formação ou grupo de formações geológicas que pode armazenar água subterrânea.
São rochas porosas e permeáveis, capazes de reter água e de cedê-la. Esses reservatórios móveis aos poucos abastecem rios e poços artesianos. Podem ser utilizadas pelo homem como fonte de água para consumo.
Tal como ocorre com as águas superficiais, demandam cuidados para evitar a sua contaminação. O uso crescente pela indústria, agricultura e consumo humano ameaça os aquíferos e coloca esse assunto na agenda ambiental global.


Tipos de aquíferos
Podemos dizer que existem essencialmente três tipos de aquíferos:

Porosos - a água circula através de poros. As formações geológicas podem ser detríticas (ex. areias limpas), por vezes consolidadas por um cimento (ex. arenitos, conglomerados, etc.)

Fraturados e/ou fissurados - a água circula através de fracturas ou pequenas fissuras. As formações podem ser granitos, gabros, filões de quartzo

Cársticos - a água circula em condutas que resultaram do alargamento de diaclases por dissolução. As formações são os diversos tipos de calcários.

 

 

Fonte: Zimbres, Eurico. 2007. Ocorrência de água subterrânea.

publicado por vistageologica às 22:06

...

27.05.11

Nível hidrostático ou freático - profundidade a partir da qual aparece água (corresponde ao nível atingido pela água nos poços). Num aquífero livre o nível freático corresponderá ao limite superior do aquífero, uma vez que a água está à mesma pressão que a pressão atmosférica. Esta zona é variável de região para região e na mesma região varia ao longo do ano.

 

Zona de aeração - localiza-se entre a superfície topográfica e o nível freático. Nesta zona, os poros entre as partículas do solo ou das rochas são ocupados por gases (ar e vapor de água) e por água. A água desta zona é utilizada pelas raízes das plantas ou pode contribuir para o aumento das reservas de água subterrânea.


Zona de saturação - tem como limite superior o nível freático e como base uma camada impermeável. Nesta zona, todos os poros da rocha estão completamente preenchidos por água.
As zonas de aeração e de saturação existem num aquífero livre.

 

Zona de recarga - zona ( comum a todos os tipos de aquíferos) onde ocorre a infiltração da água, embora seja localizada de forma diferente em cada um dos aquíferos.

 

Estas são as principais zonas dos aquíferos ilustradas numa imagem que envolve tudo o que foi dito em cada tópico a cima.

publicado por vistageologica às 12:08

Combustíveis fósseis

25.05.11

Substâncias formadas, em tempos geológicos recuados, por fossilização de matéria orgânica e que se podem combinar com o oxigénio, libertando energia com elevação da temperatura. Na sua formação intervêm fatores como a pressão, o calor, o tempo e a ação de bactérias anaeróbicas.
Os combustíveis fósseis ocorrem na crusta terrestre sob a forma sólida (carvões), líquida (petróleo bruto) e gasosa (gás natural).
Como recursos naturais não renováveis, os combustíveis fósseis encontram-se próximo do seu esgotamento. No entanto, constituem o recurso energético mais utilizado pelo Homem. Cerca de 75% da energia consumida a nível mundial provém dos combustíveis fósseis.
A utilização dos combustíveis fósseis apresenta, contudo, grandes desvantagens, não só para o meio ambiente como também para os seres vivos, de uma maneira geral, e para o ser humano, em particular. No caso do petróleo, cujas reservas poderão esgotar-se daqui por 100 anos, as desvantagens prendem-se com a emissão de grandes quantidades de dióxido de carbono, que é um dos principais poluentes da atmosfera e que contribui para o aumento do efeito de estufa, e da poluição e destruição de ecossistemas aquáticos, devido a acidentes no transporte deste combustível.

A utilização do carvão como fonte energética provoca, por sua vez, alterações graves ao nível dos solos, da atmosfera e dos recursos hídricos, principalmente devidas a emissões de dióxido de enxofre que provocam chuvas ácidas e a acidificação dos solos. O uso deste recurso energético é responsável pela emissão de outros gases poluentes, como o dióxido de carbono, que aumentam o efeito de estufa e o consequente aquecimento global do planeta.

Fonte: combustíveis fósseis. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2011. [Consult. 2011-05-31].
Disponível na www: <URL: http://www.infopedia.pt/$combustiveis-fosseis>.
publicado por vistageologica às 18:44

Caracteristicas principais dos aquíferos

17.05.11

A porosidade e a permeabilidade são propriedades do máximo interesse, sob o ponto de vista prático, principalmente quando se pretende explorar um fluido que preenche os espaços intersticiais de uma rocha.
Denomina-se por porosidade a relação entre o volume de espaços ocos de uma rocha e o volume total da mesma. Estes espaços podem estar preenchidos por gases, água ou petróleo. O valor da porosidade expressa-se em percentagem. Assim uma rocha com uma porosidade de 25% significa que, num volume qualquer da rocha, uma quarta parte (25%) corresponde a espaços que podem ser ocupados por fluidos. É considerada como tendo uma porosidade ótima, uma rocha como, por exemplo, um arenito com 20 a 25% de espaços vazios.
A permeabilidade é a medida da capacidade de circulação de um fluido através de uma rocha, sem alterar a sua estrutura interna. Todas as rochas permeáveis podem ser porosas mas nem todas as rochas porosas são permeáveis, em virtude de os poros não comunicarem entre si ou de serem de tamanho tão pequeno que não permitam a passagem do fluido. Por exemplo, o calcário deixa de ser impermeável à água à medida que são maiores e mais numerosos os seus poros.
Em prospeção de águas subterrâneas ou de petróleo, o ideal será uma rocha que tenha grande permeabilidade, pois, assim, o líquido que a impregna pode chegar mais facilmente ao poço ou tubo de sondagem através dos quais se procura explorar.

 

 

 


Fonte: porosidade e permeabilidade. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2011. [Consult. 2011-05-31].
Disponível na www: <URL: http://www.infopedia.pt/$porosidade-e-permeabilidade>.
 
 
Recolhemos este artigo pelo simples facto de ser um artigo de fácil compreensão e onde está ausente o excesso de informação.

 

publicado por vistageologica às 01:40

Energia núclear em Portugal?

05.05.11

Este grupo de trabalho, após vários diálogos na aula da disciplina de Geologia, investigou algumas razões pelas quais o nosso país não diminui a importação de energia e faz um investimento que nos torne um pouco mais independentes energéticamente. Visto que este país é detentor de uma grande quantidade de Urânio nos seus solos, poderia ter algum interesse a nível económico. Será pelo risco em caso de um desastre ambiental como aconteceu muito recentemente no Japão? Mas porquê não correr esse risco se a vizinha Espanha possui uma central núclear próxima de Portugal e junto do Rio Douro que, em caso de contaminação por materail rádioactivo, este chegaria ao nosso pelas águas deste mesmo rio e não só?

Apresentamos aqui um Link com um artigo que possui 15 razões apresentadas pela Quercus para não se optar pela energia núclear em Portugal.

http://gaia.org.pt/node/97

 

 

 

 

Públicado por Diogo Costa e Fábio Gonçalves

publicado por vistageologica às 20:11

Recursos Geológicos

23.04.11

Os recursos geológicos são todos os bens de natureza geológica, existentes na crusta terrestre, passíveis de serem utilizados pelo Homem. Constituem a fonte de matérias-primas a partir das quais, direta ou indiretamente, são fabricados os mais diversos produtos usados no quotidiano. Podem ser materiais sólidos, líquidos ou gasosos ou as propriedades desses materiais, como o calor ou a radioatividade que certas rochas e minerais libertam.
Os recursos geológicos podem ser renováveis - gerados a uma velocidade superior àquela a que são explorados - ou não renováveis - consumidos a uma velocidade superior àquela a que se formam. A maioria dos recursos geológicos são do tipo não renovável, esgotando-se rapidamente.
De acordo com as funções que podem desempenhar, os recursos naturais podem ser classificados em recursos energéticos (combustíveis fósseis, energia solar, energia geotérmica, energia hidroelétrica, energia eólica, energia nuclear), recursos minerais (metálicos e não metálicos) e recursos hidrogeológicos. Esta não é, porém, uma classificação rígida pois a água, por exemplo, tanto pode ser considerado um recurso hidrogeológico como energético.
A exploração dos recursos geológicos tem vindo a aumentar de forma dramática com o crescimento da população humana e com desenvolvimento industrial. Muitos destes recursos caminham para o esgotamento, o que torna urgente a adoção de uma exploração sustentada.

 
 

Fonte: recursos geológicos. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2011. [Consult. 2011-05-31].
Disponível na www: <URL: http://www.infopedia.pt/$recursos-geologicos>.
publicado por vistageologica às 18:31

Fontes de Energia (Resumo)

30.03.11

A utilização dos recursos energéticos é vital para as atuais necessidades humanas, pois à medida que as sociedades humanas evoluem, o consumo de energia aumenta.
O ser humano recorre a várias fontes energéticas - combustíveis fósseis (carvão, petróleo, gás natural), e energias solar, geotérmica, hidroelétrica, eólica e nuclear.
Os combustíveis fósseis são, contudo, a fonte energética mais explorada. A utilização excessiva destes combustíveis como recurso energético acarreta graves problemas ambientais e sociais.

A exploração da energia nuclear como alternativa aos combustíveis fósseis, embora este recurso seja considerado limpo e económico, levanta também alguns problemas, relacionados com o armazenamento de lixos radioativos, poluição térmica e fuga de radiações.
Os problemas relacionados com a produção e consumo de energia continuam por resolver. A procura de novas fontes de energia alternativas intensifica-se, procurando-se adotar fontes energéticas eficazes, renováveis, mais baratas, menos poluentes e menos perigosas para o homem e para o ambiente.
Embora ainda não sejam utilizadas em grande escala, foram encontradas algumas soluções energéticas que passam pela exploração das energias hidroelétrica, eólica, das marés, das ondas, da biomassa, do biogás e solar.
A energia geotérmica, por exemplo, pode ser utilizada como fonte de energia limpa, pois é pouco poluente e é um recurso renovável. No entanto, a sua utilização é rentável apenas em locais onde o potencial geotérmico é elevado.

publicado por vistageologica às 02:55

Crevasses

15.02.11

Uma crevasse é uma abertura natural num glaciar e são devidas aos movimentos dos glaciares que se partem por causa do seu movimento. São geralmente perpendiculares à direcção de avanço.

 

 

 

 

 

 

 

publicado por vistageologica às 01:04

Iceberg

15.02.11

Icebergs são constituídos primordialmente de água doce, conquanto não puramente, dado que podem trazer em seu interior outros corpos (animais, fósseis ou não). Não se devem confundir com banquisas (plataformas de água do mar congelada no inverno), que raramente resistem ao verão.

Em se tratando de dimensões lineares, notadamente a altura, tem-se que, em média, cerca de 1/7 do iceberg aflora, emerso, à superfície, enquanto os demais 6/7 constituem a porção oculta, o lastro submerso da massa polar flutuante.

A flutuação do iceberg decorre do fato físico de apresentar o gelo polar (de água doce) massa específica (ou densidade absoluta) de cerca de 0,917 g.cm−3, enquanto a água do mar, por ser solução salina, apresenta massa específica necessariamente maior do que 1 g.cm−3 (em média, 1,025 g.cm−3). Assim, pelo Princípio de Arquimedes, o iceberg necessariamente flutua na água do mar. As dimensões lineares (alturas) e as massas e os volumes emerso e imerso (submerso) calculam-se pelas leis hidrostáticas.

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por vistageologica às 00:36

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